terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Somos cocriadores divinos da nossa realidade!

Somos cocriadores divinos da nossa realidade! Onde colocamos nossa atenção e a imbuímos de intenção, moldamos o mundo ao nosso redor. Utilize esse poder com sabedoria — concentre sua energia naquilo que você realmente deseja manifestar e observe seus sonhos ganharem forma com graça e propósito. Parceria Consciente Tem a Ver com Capacidade Em uma determinada fase da vida, a intimidade evolui. Ela não é mais guiada pela intensidade, duração ou potencial. Ela é guiada pela capacidade. Capacidade de permanecer presente sob pressão. Capacidade de se comunicar sem desaparecer. Capacidade de oferecer estabilidade — emocional, energética e material. Capacidade de construir com o outro. Este é o campo da parceria madura. O amor é o encontro de dois seres com recursos suficientes que realizaram o trabalho interior necessário para reconhecer quando a conexão expande a vida — e quando, silenciosamente, a contrai. Em um relacionamento consciente, a atração por si só não basta. A compreensão espiritual por si só não basta. A linguagem compartilhada por si só não basta. O que importa é se os dois sistemas nervosos conseguem se manter regulados juntos. Se o cuidado flui em ambas as direções. Se a presença é constante. Se a devoção se manifesta em ações, e não apenas em intenções. Este nível de parceria não exige a fusão de vidas nem a perda de si mesmo. Honra a soberania. Caminhos distintos podem continuar. Há ritmo, confiabilidade e reparação. O amor é intencional. Trata-se de responsabilidade. Responsabilidade pelo próprio mundo interior. Responsabilidade pelo próprio impacto emocional. Responsabilidade por como a ausência, o afastamento ou a inconsistência afetam o outro. Em uma parceria madura, o crescimento é mútuo. Ninguém carrega o peso emocional por dois. Ninguém é obrigado a esperar na incerteza. Ninguém é obrigado a se retrair para preservar a conexão. O desejo se aprofunda neste nível. A intimidade torna-se mais lenta, mais rica e mais corporal. A energia erótica torna-se coerente em vez de consumidora. O amor torna-se uma prática vivida em vez de uma experiência culminante. Este é o tipo de relacionamento que apoia a criação. Que permite o descanso. Que amplifica o propósito em vez de distrair dele. Não é comum. Mas é real. E quando alguém atinge esse nível de honestidade consigo mesmo e integração, não busca mais desesperadamente por conexão. Torna-se seletivo. Escuta o próprio corpo. Escolhe o alinhamento em vez do apego. Porque o relacionamento consciente não se trata de encontrar alguém para te completar. Trata-se de encontrar alguém que possa caminhar ao seu lado — com recursos, presente e desperto — enquanto ambas as vidas continuam a se expandir. — ©Elayne Le Monde Arte: Elayne Le Monde

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