sexta-feira, 30 de julho de 2010

Aquele querido mês de Agosto

Este filme passa-se em Portugal na Beira Interior, com as cidades de Arganil e de Góis como cenário e bastantes espaços naturais e conta-nos a vinda dos emigrantes e seus arraias com muita música popular e os encontros de amigos nos grandes almoços, que são recheados da comida tradicional deste lindo país: Enchidos, vinhos e javalis são a ementa principal de que esta gente desfruta, e sempre regado com esse néctar da terra.
Algumas situações dramáticas são reveladas como o carro de bombeiros andando pela rua pelo motivo dos incêndios que normalmente lavram nesta época. Gostei dos grupos tradicionais cantando suas músicas muito bonitas e a realçar o amor e a vida árdua dos emigrantes. Gostei das entrevistas para o casting do filme, em que as pessoas andavam a procura e ninguém propriamente sabia quem eram.

O futuro nas nossas mãos


O filme de Al Gore foi muito importante e interessante pelas boas imagens e acontecimentos que apresentou quer ao nível do passado como a pensar no futuro do ambiente, aquele com que nos deveríamos preocupar mais.
Al Gore foi senador e candidato nos Estados Unidos e foi mal interpretado pelo Partido Republicano, por ele defender teses ambientalistas com as quais eles não estavam de acordo.

Muitas vezes para os políticos, ou mesmo as classes mais altas, os objectivos a alcançar é o lucro, mesmo que se tenha de atropelar e ultrapassar determinadas barreiras.
Tudo isto foi baseado em estudos científicos, mostrando gráficos bastante relevantes e comparativos, e utilizou os desenhos animados para reforçar a mensagem a todas as pessoas de qualquer idade.
Al Gore quis dizer de uma forma clara que os nossos hábitos de vida terão de ser corrigidos, por simples gestos diários, como por exemplo andar mais de transportes não poluentes e consumir alimentos que não tenham grandes transformações como a carne, que para chegar ao consumidor vai poluir muito o planeta.
As florestas que ardem e o excesso de automóveis que circulam fazem com que a camada do ozono aumente significativamente no planeta.
O aquecimento global provoca e destrói grandes colunas de gelo que fazem falta a muito seres vivos e o seu descongelamento da origem ao aumento do nível de água nos mares e oceanos.

Viu-se grandes catástrofes que esperamos não se repitam, tais como o Katrina e as grandes inundações...
Existem produtos à venda que provocam o cancro, e aconteceu com um seu familiar que o desanimou, pois ele tinha plantações de tabaco e a partir da morte da irmã á família ele deixou de cultivar essas plantas.
Na nossa opinião todos nós temos de reflectir sobre o nosso planeta, com atitudes saudáveis e de respeito pelo próximo. Américo Pata
António Matias

terça-feira, 27 de julho de 2010

Museus Fora de Horas


Os museus de Lisboa estão abertos fora de horas nas noites de quinta-feira, 5 e 12 de Agosto, entre as 18h00 e a meia-noite, com entrada livre, numa iniciativa inserida no Festival dos Oceanos.
No total são 23 os espaços que aderem à iniciativa, para que os visitantes possam aproveitar um serão cultural.

Os espaços abertos são o Museu da Electricidade, o Museu da Marioneta, o Museu Colecção Berardo, o Museu Nacional de Arqueologia, o Pavilhão do Conhecimento, o Panteão Nacional, o Mosteiro dos Jerónimos, o Museu do Oriente, o Museu de São Roque, o Museu da Água, o Museu do Chiado, o Museu do Fado, o Museu do Centro Científico e Cultural de Macau, o Museu Nacional de Arte Antiga, o Museu dos Coches, o MUDE - Museu do Design e da Moda, o Museu Nacional do Azulejo e o Museu de Arte Popular.

No âmbito das celebrações do centenário da República Portuguesa, a que o Festival dos Oceanos se associa, vários espaços museológicos apresentam exposições alusivas...
A Cordoaria Nacional recebe a exposição Viva a República! 1910-2010; o Palácio Valadares apresenta Educar - Educação para todos. Ensino na I República.
No Torreão Nascente do Terreiro do Paço é possível ver Viajar - Viajantes e turistas à descoberta de Portugal no tempo da I República e, no Torreão Poente, Corpo - Estado, Medicina e Sociedade no tempo da I República.
O edifício dos Paços do Concelho está, também, aberto, com visitas guiadas entre as 19h00 e as 20h00 e as 22h00 e 23h00.

http://www.guiadacidade.pt/portugal/art/museus-fora-de-horas-22646-11

domingo, 25 de julho de 2010

Como viajar para fora sem pagar Hotel

."Condomínio de luxo no Oceano Pacífico, México, segurança 24 horas, piscina de um milhão de dólares, campo de ténis sobre o mar aberto (tartarugas, baleias, golfinhos)." A casa fica a 20 minutos do Aeroporto de Manzanillo e o casal de canadianos seu proprietário está disposto a trocá-la, temporariamente, por uma casa em Portugal. "Procuramos vinho e boa comida", explicam no sítio HomeExchange.com, cuja versão portuguesa está em TrocaCasa.com. O casal apenas exige uma cama confortável.
A troca de casa durante as férias é uma estratégia inteligente para poupar dinheiro. E a crise financeira mundial só veio ajudar ao aumento já natural do número de pessoas que adere a este modelo.A HomeExchange.com aumentou de 3000 para 26.000 os membros da rede, em cerca de nove anos, conta António Batista, administrador do TrocaCasa.com. Todos os anos, celebram-se 250.000 trocas. Por isso, se receia ir para o México, tem muito por onde escolher: Amesterdão, Bahia, Montevideu, Paris, Reiquiavique e São Petersburgo são só algumas das propostas de troca com Portugal.

Participa na criação de um mundo melhor, um sofá de cada vez.
CouchSurfing é uma rede mundial para fazer conexões entre viajantes e as comunidades locais que eles visitam.
A ideia veio para ficar.

Couchsurfing é uma comunidade de viajantes que disponibilizam ou procuram uma cama, um sofá ou até mesmo o chão. Os sites da especialidade contam com uma base de dados enorme com proucura e oferta em quase todo o Mundo.

A ideia agrada-me. Quem procura um sofá não tem que oferecer o seu, embora quase toda a comunidade esteja receptiva às duas modalidades.

É o modo ideal para visitar as cidades que só com guia estamos seguros. Quem se oferece para receber disponibiliza-se sempre para dar uma visita guiada pela cidade.

O tempo de estadia é geralmente estipulado pelo anfitrião e costumam ser aluguns dias, embora muitos deixem o visitante ficar o tempo que quiser.

Os membros da comunidade têm todos eles que disponibilizar a sua morada ao site para que todos os seus dados sejam confirmados. Quem já experimentou, diz ser absolutamente seguro e a confirmação que é feita à morada dos membros, será um factor importante para que se possa surfar à vontade... num sofá.
http://www.couchsurfing.org/

sábado, 24 de julho de 2010

“7 Maravilhas Naturais de Portugal”


“Arquipélago das Berlengas” em directo na RTP no dia 28 Julho de 2010
O programa “Verão Total” da RTP do próximo dia 28 de Julho de 2010, será inteiramente dedicado à candidatura do “Arquipélago das Berlengas” às “7 Maravilhas Naturais de Portugal”. O Arquipélago das Berlengas qualificou-se nos 21 finalistas a concurso na categoria de “Zonas Marinhas”.
A votação pública iniciou-se a 7 de Março e prolonga-se até 7 de Setembro, sendo os vencedores revelados a 11 de Setembro. De referir que as "7 Maravilhas Naturais de Portugal®" são organizadas pela New 7 Wonders Portugal.
ARQUIPÉLAGO DAS BERLENGAS: DECLARE A SUA PAIXÃO EM DIRECTO E NA TELEVISÃO
VOTE NAS BERLENGAS!
A praia do Baleal e a Ilha da Berlenga são os locais escolhidos para a emissão em directo, que decorrerá durante a manhã (10h00 e as 13h00) e a tarde (16h00 às 18h00). Durante as cinco horas de emissão, o destaque do programa irá inteiramente para a “Berlenga – Maravilha Natural” e incluirá apontamentos de reportagem e entrevistas sobre os valores únicos e potencialidades deste pequeno território, abordando igualmente a história e a cultura do concelho de Peniche.
O programa contará com a presença do padrinho da candidatura do Arquipélago das Berlengas, o cantor Rui Veloso, assim como com algumas das individualidades que integram o conjunto de 7 Amigos da Berlenga, nomeadamente Jorge Jesus, João Lagos, Carlos Magno, Pedro Salgado, Miguel Arrobas e Ida Guilherme.

http://www.cm-peniche.pt/Home/Home.aspx

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Num parque do Canadá…

…ao longo de um ano. Projecto de time lapse brilhante realizado por Dan Hudson.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

As práticas culturais e do lazer, amigas do ambiente

Vamos falar num dia passado em contacto com a natureza. Normalmente quando estamos de férias, costumamos passear, fazer caminhadas e visitar centros culturais próximo da cidade onde vivo que é Caldas da Rainha. E quando temos oportunidade convidamos familiares ou amigos a conhecerem os nossos monumentos históricos e as lindas paisagens. Por que não vir connosco?

Situado na bonita cidade das Caldas da Rainha, o Parque D. Carlos I é um lindíssimo jardim romântico do século XIX, bem no centro histórico da cidade.
O Parque foi criado em 1889, num projecto assinado pelo arquitecto Rodrigo Berquó e foi posteriormente remodelado em 1948, num novo projecto paisagístico de Francisco Caldeira Cabral.

Esta refrescante zona verde funcionava como um importante complemento ao famoso Hospital Termal que deu nome à cidade. Após ter experimentado os benefícios das águas termais da localidade, a Rainha D. Leonor, mulher de D. Manuel I, ordenou a construção de um hospital, à volta do qual se formou a povoação que assim ficou conhecida como "Caldas da Rainha".

O Parque está hoje dotado das mais variadas estruturas como um lago, campo de ténis, coreto, casa de chá e esplanada, encontrando-se em toda a sua área diversos trabalhos de escultura, dando também acesso a outro dos maiores pontos de interesse das Caldas: o Museu de José Malhoa, também do século XIX, reunindo importantes colecções de arte Portuguesa, com destaque para o maravilhoso conjunto da obra de José Malhoa (1855 – 1933).

Todas as pessoas do nosso grupo gostou de visitar também o belo museu do mestre José Malhoa e vendo as suas obras salientaram entre outros o famoso quadro chamado de Os Bêbados.
O vinho ocupa um lugar de destaque na arte e cultura e foi nessa inspiração que o pintor José Malhoa criou essa maravilha do quadro com uma dedicação ao São Martinho.

Mais no final do dia, fizemos um piquenique numa zona apropriada dispondo de bancos e mesas e muito sossegado com os pássaros a cantarem para nós e uma suave brisa de cheiro a flores que se encontram próximas. Trouxemos salpicão, pão, bebidas e muita vontade de comer, com um saudável convívio entre todos nós. Também jogámos às cartas e lemos os jornais do dia e trocamos impressões dessa leitura.

E como foi um dia bem passado porque não voltarmos a repetir essa proeza ?

Trabalho elaborado por Daniel e Américo

Acreditar em nós próprios

Paulo Potts, era um inglês normal, um homem vulgar com um emprego banal: Trabalha numa loja de telemóveis. Decidiu concorrer à versão inglesa do "Aqui há talento!"
Tem uma imagem balofa. Uma falha nos dentes, uma maneira ridícula de falar, faz com que pareça um tontinho.
Quando o juri lhe pergunta o que ali vai fazer, responde, com ar apatetado que vai cantar ópera.
O descrédito do juri é imediato. Nas suas caras, vê-se que esperam perder tempo.

Paulo Potts acredita em si. Não se deixa desmotivar. Na sua certeza, reage com simplicidade às caras dos especialistas, que haviam feito o seu juízo negativo pela imagem.

O que acontece é fenomenal. O minuto escolhido, da ópera Nessun Dorma de Puccini, é provavelmente dos TOP 10 dos melhores minutos de toda a ópera.

Num minuto, Paulo Potter, passou de bimbo desacreditado a alguém que fez levantar o público, que emocionou muitos e fez alguns chorar.

A mim, admito, apareceu-me uma lágrima no canto do olho.
Esta história deve servir de exemplo para todos nós. Por muito que pareça que ninguém acredita em nós, se soubermos o nosso valor, temos que acreditar em nós.

Paul Potter acabou por ganhar o Aqui há talento, o que num concurso votado por telefone, com ópera, nos dias de hoje, não é fácil.

Fantástico


Pintar a mona lisa com um programa tão limitado como o Paint, é fantástico.

Quase inacreditável.

Qual a tua opinião da proibição do uso de véus islâmicos?



Os deputados franceses aprovaram nesta terça-feira 13 de Julho 2010, um projecto de lei que proíbe o uso em público de vestimentas que escondam a maior parte do rosto, como alguns tipos de véus usados por mulheres muçulmanas.
O alvo principal do veto – que ainda precisa ser aprovado pelo Senado – é a utilização do niqab (véu que deixa apenas os olhos à mostra) e da burca (vestimenta que cobre toda a face) por parte de muçulmanas que residem no país.
Os defensores do projecto argumentam que estes véus atentam contra a dignidade das mulheres e são uma ameaça à igualdade entre os sexos, o que feriria os valores da República Francesa.
A maior parte da comunidade muçulmana no país se coloca contra a medida e os críticos vêem no projecto uma ameaça aos direitos de livre expressão e de liberdade religiosa.
Além da França, outros países, como Espanha e Bélgica, também estudam adoptar medidas parecidas.
O que acha da medida? As mulheres muçulmanas devem ser proibidas de utilizar véus em público?
Em sua opinião, o governo francês está a agir correctamente ao legislar sobre o assunto?
Dá a tua opinião.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/

segunda-feira, 12 de julho de 2010

sábado, 10 de julho de 2010

Férias de Verão


No mundo todo, as férias de verão são um grande acontecimento. Em Portugal, a imensa costa litoral fica tomada por turistas nacionais e internacionais, que dão preferência ao turismo de sol e mar, mas que também escolhem muitos destinos de campo e serra, em busca de um clima um pouco mais ameno e de mais tranquilidade.
As férias de verão marcam várias etapas da vida.
Da primeira infância à terceira idade, passando pela adolescência e pela maturidade, é uma época que se torna inesquecível para muitas pessoas, que sempre vão relembrar com carinho do primeiro banho de mar, do primeiro namoro, da lua-de-mel, ou de alguma viagem especial.
Não custa lembrar que, justamente pela descontracção que as férias de verão propiciam, é preciso tomar alguns cuidados simples com a saúde.
Cuidados com a higiene, a alimentação, a hidratação, não exagerar nas actividades físicas, principalmente se a pessoa não tem o hábito de fazer exercícios regularmente, enfim, evitar os excessos sem deixar de se divertir e aproveitar cada momento.

Boas Férias

Desejo a toda a comunidade educativa e aos colegas, umas férias felizes bem merecidas com muita diversão e tambêm descanso.
Férias

Os melhores Recados de Boas férias:
www.MiniRecados.com/boas_ferias/


quinta-feira, 8 de julho de 2010

Foto da Lua



"Os cães são o nosso elo com o Paraíso. Eles não conhecem a maldade, a inveja ou o descontentamento. Sentar-se com um cão ao pé de uma colina numa linda tarde, é voltar ao Éden onde ficar sem fazer nada não era tédio, era paz."
Milan Kundera.

Alemanha: a selecção multikulti provoca reacções extremas

Os anarquistas não gostam das bandeiras de apoio - acham que é um sinal de nacionalismo perigoso. E os neonazis não apoiam uma selecção que dizem ser pouco alemã. O futebol desperta paixões. Na Alemanha, a selecção nacional com mais diversidade étnica de sempre tem provocado reacções extremas.
A selecção da Alemanha que hoje enfrenta a Espanha é, provavelmente, a equipa com mais diversidade étnica deste Mundial de Futebol, e nunca houve outra assim no país. Muitos alemães gostam dela também por isso - finalmente reflecte o mosaico que é a sociedade da Alemanha, com a sua jovem geração multikulti (multicultural, no diminutivo usado pelos alemães). Mas o Mundial trouxe à luz do dia intolerâncias antigas: a extrema-direita diz que a equipa não é "suficientemente" alemã; a extrema-esquerda não consegue tolerar as bandeiras de quem apoia a selecção - e alguns anarquistas têm mesmo levado a cabo uma onda de ataques às bandeiras em zonas especialmente multiculturais.

Onze dos 23 jogadores que representam a Alemanha no Mundial na África do Sul têm background estrangeiro, de sete países diferentes. Há jogadores que nasceramfora, como Lukas Podolski e Miroslav Klose (Polónia), Cacau (Brasil) ou Marko Marin (Bósnia-Herzegovina), mas que vivem desde pequenos na Alemanha. Há ainda o caso curioso de Jerome Boateng, de ascendência ganesa, que joga pela Alemanha - enquanto o seu meio-irmão, Kevin-Prince, joga pelo Gana. Ambos nasceram e cresceram em Berlim, mas optaram por diferentes nacionalidades.

A diversidade étnica fez com que muito mais alemães se identificassem com a selecção, talvez ainda mais no caso dos alemães de origem estrangeira. Mas nem sempre as expressões de apoio têm sido bem-vindas num país que tem, ainda, muitos problemas com expressões que possam ser de nacionalismo.


http://www.publico.pt/mundial2010/Show/alemanha-a-seleccao-multikulti-provoca-reaccoes-extremas_1445598

terça-feira, 6 de julho de 2010

A VISITA DE ESTUDO À INATEL

No mês de Junho de 2010, eu e a minha turma A1 dos Efas, das Novas Oportunidades fomos visitar a Inatel na Foz do Arelho, na companhia da professora que tem vindo a organizar as nossas visitas de estudo, e com mais dois professores.
Fomos muito bem recebidos na sala das reuniões e conferências desta Inatel da Foz do Arelho, pelo Sr. Luís Vasco e pela Sra. Alice, que é a coordenadora e responsável pelo trabalho dos funcionários dos quartos e da lavandaria. Entretanto eles falaram-nos de toda a história desta Fundação Nacional para Unidades Hoteleiras, e prestadora de serviços sociais no Turismo Social e Sénior, e das diversas modalidades de pagamento da mesma durante o ano em curso. Em que existe um desconto de 5% a 20 %, para os sócios que vão pagando as quotas ao longo dos anos, e na época baixa.
Sendo a Alice uma pessoa simpática e muito amorosa, e por ter já acabado as horas serviço do seu trabalho, disponibilizou-se para estar ali aquela hora através de um pedido de uma das suas professoras que também é nossa professora. Ela falou-nos sobre certos assuntos e de todas as suas funções que desempenha, neste Inatel no seu dia- a-dia. Disse-nos também que tem que saber gerir ou resolver da melhor maneira os problemas que surjam com os hóspedes, e com a organização dos quartos e da roupa da lavandaria.
Entretanto nós fomos em visita guiada por ela, para ver as novas obras feitas na cozinha, e cumprimentámos as cozinheiras que estavam a limpá-la, a seguir ao jantar. Também elas falaram um pouco connosco e também devido a existirem algumas perguntas dos meus colegas sobre certos aparelhos daquela cozinha.
Em seguida fomos subir uma escada acrílica das recentes obras e para conhecermos os novos quartos e as casas de banho que estavam muito bem decoradas com azulejos. Também nos fomos nos cruzando com alguns hóspedes.
Eu e os meus colegas ficámos muito encantados em relação às novas obras realizadas naquela estândia de férias da Inatel, que ficaram bonitas e modernas.


Também no final da nossa visita, a Alice falou-nos do seu actual percurso escolar, e muito satisfeita pelos seus esforços. Estando ela já na fase final do RVCC, em que estava para breve a sua apresentação a júri em que uma das nossas professoras a acompanhou no seu percurso escolar.
Eu também lhe demonstrei a minha admiração pela sua coragem e dedicação, em vê-la a trabalhar todo o dia por vezes com aborrecimentos da vida, e a estudar para fazer e concluir o 9º ano através das Novas Oportunidades.
E, para espanto da nossa turma, no bar, a Alice tinha feito uma surpresa, e ofereceu-nos uma ceia que foi muito do nosso agrado e convivemos uns com os outros.
Esta visita de estudo foi muito do meu agrado, pela maneira como fomos recebidos e ter estado novamente nesta Inatel, passados muitos anos em que lá estiveram os meus tios do Barreiro a passarem férias.
Com isto tudo posso concluir que «aprender compensa».

O texto autobiográfico da carla

Após elaborar uma pequena reflexão sobre os meus gastos, e a elaboração de um breve texto em que explico uma imagem relacionada com o meu emprego relembrei um pouco do que senti quando recebi o meu primeiro ordenado, e da satisfação que tive quando elaborei a minha primeira compra, na altura lembro-me que a primeira coisa que comprei com o meu ordenado foram algumas peças de roupa de que necessitava na altura para o meu trabalho e uma calças para sair.
Recordo-me que passei a sentir mais responsabilidade no sentido de procurar gastar o meu dinheiro da melhor maneira possível sem gastos desnecessários, uma vez que me comecei a aperceber-me que o dinheiro se gastava facilmente.
Mas senti também uma sensação de independência uma vez que não necessitava do dinheiro dos meus pais sempre que necessitava de comprar algo para mim, o que diga-se era muito bom, não ter que estar sempre à espera que me dessem algum dinheiro quando eu precisava.
Hoje em dia penso, que tomo muito mais atenção à maneira como gasto o meu dinheiro, visto que tenho noção de quanto ele custa a ganhar e de que não chega para tudo. No fundo, aprendi a poupar e a tentar gerir os meus gastos de melhor forma.
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A leitura de uma imagem




Esta fotografia foi tirada no meu local de trabalho, nela podemos observar duas máquinas a trabalhar, uma grua cor de laranja e a outra máquina de empacotar sucata, de cor azul, ou como vulgarmente nos referimos a ela, “enfardadeira”.
A grua cor de laranja está a colocar um carro vermelho dentro da enfardadeira, esta tinha a particularidade de não possuir guilhotina e estava colocada debaixo de um eucalipto já muito antigo, para que quando estivéssemos a trabalhar pudéssemos ter um pouco de sombra.
Pode-se constatar a presença de duas jovens a trabalhar com máquinas, o que na minha maneira de ver uma é atitude revolucionária, visto que não se trata de uma ocupação “feminina”, é muito raro encontrar-se mulheres neste ramo. Muitas das vezes lembro-me de estar a trabalhar e de haver clientes que não imaginavam duas jovens nesse tipo de trabalho, ficando bastante admirados quando nos viam a trabalhar.
Na fotografia, o facto de observarmos a grua a trabalhar dá a noção de movimento. Eu estou a trabalhar na “enfardadeira” e a minha irmã está a trabalhar na grua, porque eu tinha medo de estar a trabalhar nela. Só mais tarde é que comecei a trabalhar com ela, uma vez que o meu pai se apercebeu do meu medo e começou a pôr-me a mim a trabalhar com a grua, ensinando-me pequenas técnicas, como por exemplo a estabilizar as suas sapatas. Actualmente trabalho com ambas.
Encontramos também um elemento da natureza, uma árvore já antiga, de grande porte que utilizávamos para nos abrigarmos do sol, agora relembrando era realmente de grande utilidade.
Esta fotografia demonstra-nos um universo relacionado com um ramo específico da reciclagem, que hoje em dia é uma actividade importante e amiga do ambiente com relevância crescente na nossa sociedade.

Fazer contas á vida.

O meu comentário ao cálculo de receitas e despesas, foi bastante significativo porque me fez pensar em como o dinheiro se gasta, e levou-me a concluir que posso mudar um pouco essas despesas e investir mais na alimentação e diminuir nas despesas do telefone e vestuário. Tive consciência que ao fazer um cálculo anual, podemos usar o dinheiro de uma forma mais inteligente.
• Continu-o a utilizar algumas estratégias que estão a ser eficazes no meu na minha bolsa, uma delas é ser consumidor das lojas de alimentos das cadeias desconto, como o ALDI, LIDL, e Mini Preço e noutras cadeias alimentares; optar por marcas brancas; outra escolha que eu prefiro, é comprar produtos com embalagens simples, como a fruta em avulso e não escolher com embalagens sedutoras, pois na verdade o que me interessa é o conteúdo.

• A aplicação de algumas poupanças é, por excelência, o depósito no Banco para guardar uma quantia de dinheiro mensalmente e depois investir numa viagem que é feita nas férias do trabalho. Também posso investir num Plano Poupança Reforma e como a minha idade é avançada, procurei um PPR constituído por títulos de menor risco: obrigações e depósitos a prazo. É um investimento acertado e com algumas vantagens que posso ter através dos benefícios fiscais, é um complemento para a minha reforma, quando chegar o dia de deixar de trabalhar. Escolhi a CGD porque sou cliente há muito tempo e vejo que as diferenças são praticamente nulas em relação aos outros bancos. Estou com uma fracção mensal de 25 € desde o ano de 2008.
II
Estou a pensar fazer uma viagem nas férias de verão deste ano, e a visita que vou fazer, é conhecer uma grande cidade que é Londres, rica em história e também apreciar o ritmo de vida que lá se faz.
Então vou recorrer a uma agência de viagens Easy Jet que tem um baixo custo e posso escolher a forma de onde vou alojar-me, sendo assim só quero pagar a viagem e o resto será escolhido por mim na altura da estadia.
A EasyJet é a segunda companhia aérea em Portugal em número de passageiros transportados, com valores superiores às companhias tradicionais.

Com duas frequências diárias para Londres e Genebra desde 32.99€ com taxas incluídas, a EasyJet revolucionou os hábitos de viagem dos portugueses e coloca as principais cidades europeias na lista dos destinos preferidos.
A EasyJet é a primeira companhia aérea que disponibiliza voos directos até Berlim, com uma duração de 3,5 horas. Os preços são desde 32.99€ com taxas incluídas.
Ainda no capítulo das novidades posso realçar o início das operações no Aeroporto do Porto, com a nova rota Porto-Genebra, que já se encontra à venda e terá início no dia 29 de Junho.
Para os amantes do Reino Unido, a EasyJet disponibiliza voos diários desde Lisboa para Belfast, Bristol, East Middlands, Liverpool, Londres (Luton, Stansted e Gatwick) e Newcastle. Para obter as melhores tarifas disponíveis optei pela tarifa mais baixa, com um bilhete de ida e volta e a reserva foi feita por uma forma simples que afinal é a Net, a nova tecnologia, onde se poupa dinheiro e tempo que hoje é muito precioso.
A minha preferência pelas marcas brancas, já vem de há longo tempo, desde que surgiram no nosso mercado essas escolhas livre de mercado. Sou um cliente habitual das lojas desconto porque consigo adquirir o mesmo produto com um preço mais reduzido, veja-se o caso dos legumes e a fruta que tem sempre preços agradáveis em relação à Praça que era o local habitual para adquirir esses produtos. Os factores que eu noto nessas cadeias de distribuição alimentar, são o facto de não terem grande luxo e ser um estabelecimento bastante simples e prático, sem uso de músicas para criar ambiente, e não conter grandes vitrinas com exposições de produtos supérfluos e não usarem embalagens demasiado grandes com pouco conteúdo que queremos comprar. O que encarece aquilo que compramos são as marcas que têm de pagar a patente e também quando fazem publicidade nos órgãos de comunicação social, e que será pago sem as pessoas saberem, e não por serem produtos de melhor qualidade.
Tenho o hábito de fazer eu mesmo certas reparações para poupar algum dinheiro e acontece quando preciso de mudar o óleo do carro ou mudar as pastilhas do mesmo, o que faço com alguma facilidade porque o carro tem uma mecânica simples e conheço bem, porque esse automóvel é pouco electrónico, tornando-se simples a sua manutenção. Assim eu poupo e escolho o melhor óleo como os melhores travões e reduzo o custo dessa reparação e manutenção.
Apesar de conduzir também estou a optar por escolher uma forma ainda mais acessível em relação à despesa que é a bicicleta de pedais porque não tem gastos, com a vantagem de me sentir bem, e de estar em forma.

Quando preciso de pintar a casa no interior, eu faço e não vou pagar a outras pessoas, e gosto de pintar, faço com perfeição sem o problema do tempo que possa demorar, com a vantagem de escolher uma melhor qualidade da tinta visto a mão-de-obra ser minha.

Não sou grande apreciador de comprar produtos usados, mas sei que existem Lojas de roupas em segunda mão a preços mesmo baixos, eu prefiro ter pouco, mas bom e que me sinta bem em relação a roupas que se adquirem em lojas orientais como as «Chinesas ou Indianas» onde se produz grandes quantidades com baixos salários e chegam ao mercado da concorrência com preços imbatíveis.
Se quizesse adquirir um transporte próprio,o que poderia fazer era escolher um automóvel usado que estivesse em boas condições, porque os carros desvalorizam muito só de saírem do stand.

Em relação à Internet, penso ser uma boa forma de compra e rápida, e já comprei livros e o meu actual computador portátil foi comprado através do sítio de uma empresa de comunicação o que foi fácil, seguindo todos os passos do formulário que se encontra no Web site, senti uma rapidez eficiente porque traçaram uma data de entrega e sem o problema de deslocar-me de casa.
Comprei alguns livros do Círculo de Leitores, com o pagamento no acto de entrega, mas sempre com uma rapidez de entrega.
Invisto dinheiro em cultura ao recorrer à internet, com um pagamento mensal e gosto de ler livros de psicologia e ensaios mas recorro à biblioteca local que está bem fornecida de livros. Quando vejo livros curiosos e com preços acessíveis não resisto em comprar, porque é sempre um mestre e um amigo que temos em casa para nos ensinar.
III
O meu orçamento é reduzido para eventos culturais, mas faço sempre alguns investimentos mensais e como ir ao cinema ou comprar um livro ou fazer uma viagem regional cultural. Tenho aproveitado os acontecimentos de índole cultural e com o apoio da Escola aproveito todas as peças de teatro que o pelouro da cultura da nossa cidade tem patrocinado.
A minha visita ao Inatel foi a última aquisição de nível cultural e lazer, preparada pela Professora de Comunicações nas Organizações, Ana Oliveira.

A Leitura de uma Imagem

A foto representa a minha adolescência num dia de domingo com o mar como fundo. Tinha uns 16 anos e trabalhava no comércio, e antes dessa idade não tinha dinheiro nem meios para adquirir as minhas coisas, e por isso só nesta altura tirei as fotos com a minha primeira máquina. Gosto de ver e estar perto do mar porque transmite-me a paz e gosto dos sons que as ondas fazem. As sombras nos rochedos mostram a tarde que vai surgindo e sente se o Outono nas ondas mais selvagens e inquietas. Essas rochas delinearem-se, estão marcadas pelos sofrimentos com que o mar as trata.


A minha imagem que a foto representa está com uns traços de alegria no meu rosto, porque quem mo tirou disse-me que devia sorrir porque se deve levar a vida assim, com um sorriso nos olhos também.
Encontro me sentado num marco que ajudou na minha pose e descontracção, e com o chão marcado pelas visitas e gasto de verdura que pertencia ter.
Este mar lindo e bravo é um dos lugares preferidos para saborear a harmonia do Sol com as águas salgadas em dias de Verão, e em qualquer altura do ano para observar o infinito do seu horizonte e a sua bravura.
O branco que se parece mais com o algodão é umas das cores que predominam no mar quando se encosta às margens, o azul que se perde no horizonte contrasta muito com os castanhos da terra e os verdes que se alimentam das frescuras mandadas pelo vento.
Sinto me vestido com o conforto dos azuis da roupa compostas dos algodões frescos que combinam perfeitamente com a época que sinto. A minha postura suave e descontraída já é um resultado do ambiente relaxante que essa encosta marítima me oferece.

As grandes vantagens do INATEL da Foz do Arelho





Os alunos trabalhadores do Curso EFA viram e gostaram, e quem sabe passar uma semanita em qualquer época do Ano nessas maravilhosas instalações.
Encontrámos um belissimo Restaurante, Bar, Recepção 24 horas, Jornal, Jardim, Terraço, Quartos não-fumadores, Quartos/Comodidades para pessoas com mobilidade condicionada, Elevador, Cofre, Quartos insonorizados, Aquecimento, Sala para Bagagem, Gay Friendly, Todos os espaços públicos e privados são não-fumadores, Ar condicionado, Área específica para fumar.

Actividades. Campo de golfe (dentro de 3 km), Pesca, Sala de jogos, Parque infantil, Bilhar, Caminhadas, Andar de bicicleta, Mergulho.
Serviços. Serviço de quartos, Comodidades para Reuniões/Banquetes, Lavandaria, Serviço de engomadoria, Aluguer de bicicleta, Fax/fotocopiadora.
Internet Grátis! Internet Wireless disponível nas áreas públicas: Gratuita.
Estacionamento para clientes Grátis! Estacionamento gratuito e privado disponível no local.
A INATEL espera po si.

Tempo de Férias e Visitas






A minha visita ao Inatel foi a última aquisição de nível cultural e lazer, preparada pela Professora de Comunicações nas Organizações, Ana Oliveira. Essa visita foi muito interessante porque tivemos a oportunidade de usufruir de belos espaços e bem localizados, como uma vista formidável do mar ao longe e as suas árvores que proporcionam uma bela moldura para os nossos olhos e sentimos uma descontracção depois de um dia de trabalho. Fomos recebidos pelos responsáveis e tivemos uma pequena explicação de como tem funcionado e quais as regalias de um sócio de pertencer àquela instituição.
As instalações são magníficas e a responsável, Senhora Alice, que também é uma aluna dos cursos nocturnos da Escola que estamos a frequentar, essa funcionária levou nos ao piso para vermos os quartos e as casas de banho e as suas belas condições.
Fomos convidados a um pequeno beberete no bar do Inatel em que nos serviram sumos e pastéis de bacalhau que vieram mesmo a calhar, devido ao cheiro do mar que abriu o apetite de todos.
O Instituto Nacional dos Tempos livres já passou por vários nomes mas sempre com o interesse de ser uma colónia de férias para toda a gente e, no tempo em que não havia Democracia, tinha o nome de (FNAT) Fundação Nacional para Alegria no Trabalho, nos era limitado às pessoas que podiam usufruir.
Foi uma vista muito estimulante e espero tornar-me sócio para desfrutar daquele espaço com preços acessíveis.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Milhares atravessaram a Ponte Vasco da Gama em bicicleta

A Ponte Vasco da Gama é uma ponte sobre o rio Tejo, na área da Grande Lisboa, ligando Montijo e Alcochete a Lisboa e Sacavém, muito próximo do Parque das Nações, onde se realizou a Expo 98. Inaugurada a 4 de Abril de 1998, a ponte é a mais longa da Europa e é actualmente a nona mais extensa de todo o mundo, com os seus 17,3 km de comprimento, dos quais 10 estão sobre as águas do estuário do Tejo.

O vão (comprimento do tabuleiro) do viaduto central é de 420 m. Foi construída a fim de constituir uma alternativa à ponte 25 de Abril para o trânsito que circula entre o norte e o sul do país na zona da capital portuguesa

Aquando da sua construção foi necessário tomar especiais cuidados com o impacto ambiental, visto que atravessa o Parque Natural do Estuário do Tejo, uma importante área à escala europeia de alimentação e nidificação de aves aquáticas. Foi também necessário proceder-se ao realojamento de 300 famílias.

O nome da ponte comemora os 500 anos da chegada de Vasco da Gama à Índia, em 1498, é uma das mais altas construções de Portugal, com 155 m de altura.

E foi por esta ponte, que este domingo 27 de Junho, cerca de 1000 amantes das duas rodas sem motor passaram, e se deslumbraram com o encanto da mesma, podendo ao mesmo tempo saborear as belas paisagens laterais, do Parque Natural do Estuário do Tejo, que a ponte atravessa, muitas vezes desconhecidas quando se circula de carro a velocidades muito mais elevadas.


http://jornalciclismo.com/mil-atravessaram-a-ponte-vasco-da-gama-de-bicicleta

Governo italiano apela contra proibição de crucifixos em escolas


O governo italiano entrou nesta quarta-feira 30 de Julho com um recurso no Tribunal Europeu de Direitos Humanos em Estrasburgo, na França, para que a proibição da colocação de crucifixos em salas de aula do país seja suspensa.

A ação foi apresentada em conjunto com dez outros países europeus - Armênia, Bulgária, Chipre, Grécia, Lituânia, Malta, Mônaco, San Marino, Romênia e Rússia. Eles argumentam que o crucifixo é associado a suas identidades nacionais e não é apenas um símbolo religioso.

O caso contra os crucifixos foi levado ao tribunal por uma mãe italiana que argumentou que, segundo a constituição da Itália, seus filhos têm direito a uma educação não religiosa.

Em 2009 a corte decidiu proibir a presença de símbolos religiosos nas escolas, dizendo que isso "restringia o direito dos pais de educar seus filhos de acordo com suas convicções".

Entretanto, a decisão deixou insatisfeitos muitos católicos, que são maioria na Itália.

Se o governo perder o recurso no Tribunal Europeu, é possível que todos os símbolos religiosos exibidos em salas de aula na União Europeia acabem sendo proibidos.

A lei italiana que determinava que crucifixos fossem pendurados em escolas data da década de 1920.

Em 1984, um acordo entre o Vaticano e o governo italiano suspendeu a adoção do Catolicismo como religião do Estado. A lei do crucifixo, no entanto, nunca foi alterada.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2010/06/100630_italia_crucifixo_video.shtml

sábado, 26 de junho de 2010

Está na Hora de mudar...

Podemos repensar as nossas atitudes, o nosso estilo de vida, reduzir a nossa pegada ecológica através de uma redução no consumo: consumindo menos energia, menos água, menos "coisas", optando sempre que possível por reutilizar e reciclar, escolhendo uma alimentação com menos carne, utilizando meios de locomoção menos poluentes, preferindo os transportes públicos aos particulares, partilhando. Escolhendo casas, carros e electrodomésticos energeticamente e ambientalmente mais eficientes. Instalando sistemas de energias renováveis, melhorando o isolamento e ventilação natural dos edifícios, não sobreaquecendo as nossas casas, evitando fugas e desperdícios de água. Podemos agir em casa, na rua, podemos reciclar e podemos intervir.

Para além destas e muitas outras acções, que traduzem uma mudança de atitude e uma mudança no estilo de vida, esta é a altura de nos manifestarmos publicamente como forma de pressionar os líderes mundiais a aprovarem um futuro tratado de Copenhaga justo, ambicioso e vinculativo.
A hora de mudar o nosso estilo de vida para um modo mais sustentável foi ontem é hoje e será amanhã. O mundo ocidental tem de mudar, tem de desacelerar o seu consumo, para que o planeta chegue para todos, para que os povos mais pobres possam ter direito a melhorar a sua qualidade de vida.

Somos todos inocentes. Somos todos culpados.

"Se não forem eles, que sejamos nós a fazer a diferença"
Evitem, reduzam ou acabem de vez com a utilização dos sacos plástico. O nosso planeta e a sua vida selvagem merecem. E para nós humanos, quer mereçamos quer não, só poderá ser benéfico.

Introduzidos nos anos 70, os sacos de plásticos depressa se tornaram muito populares, especialmente através da sua distribuição gratuita nos supermercados e outras lojas. São também uma das formas mais comuns de acondicionamento dos resíduos domésticos e, através da sua decoração com os símbolos das marcas, constituem uma forma barata de publicidade para as lojas que os distribuem.
Os sacos de plástico não são formas de transporte inócuas para o ambiente pelo elevado número de sacos produzidos e a natureza não biodegradável do plástico com que são produzidos. Além disso, a produção do polietileno faz-se a partir de combustíveis fósseis e acarreta a emissão de gases poluentes.
Calcula-se que cerca de 90% dos sacos de plástico acabam a sua vida em lixeiras/aterros, ou como resíduos ou como contentores de resíduos.
Em Portugal a Quercus concluiu que dos supermercados que distribuem gratuitamente os sacos plásticos, 95% dos clientes saíam a carregar sacos novos e apenas cinco por cento traziam reutilizáveis. Já entre os clientes de supermercados que cobram pelos sacos, a proporção é de 51% e 49%, respectivamente.

LEVA O TEU SACO REUTILIZÁVEL ÀS COMPRAS….VAIS SENTIR-TE MELHOR!

terça-feira, 22 de junho de 2010

As minhas novas mãos

No passado dia 14 de Junho de 2010, os alunos do curso nocturno dos EFA – A1, da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro fizeram mais uma visita, desta vez a uma Escola de Formação de Estética e Beleza, onde se preparam os futuros profissionais interessados nessas áreas.
A entidade formadora ALTIUS – Centro de Formação Profissional foi constituída em Julho de 1997. A sua sociedade é formada por elementos ligados à formação profissional desde 1993, na área da Estética Cosmética e Fisioterapia, adquirindo o know how que deu origem ao Altius
Tivemos algumas demonstrações de beleza com os alunos dos EFA, que se prontificaram, a fazer depilação e massagens, assim como arranjar as unhas.
Também ficámos a saber que a apresentação, o bom aspecto e o cuidar-se são muito importantes nos dias de hoje.

As Mãos, Manuel Alegre

Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema – e são de terra.
Com mãos se faz a guerra – e são a paz.
Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas, mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.
E cravam-se no tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.
De mãos é cada flor, cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.
As mãos são, sem dúvida, muito importantes nas nossas tarefas diárias e em tudo o mais. Que gostas de fazer com as tuas mãos? Tens algum talento especial?

http://www.altius.pt/index.html

terça-feira, 15 de junho de 2010

Ser Velhinho



Neste trabalho vou falar sobre o excerto dos textos publicados por alguns escritores em que abordam o tema “ser idoso”.
Também vou falar de mim a pensar quando eu for velhinho.
Algumas das fábulas são provas de realidade.

José Carlos Pereira Ary dos Santos nasceu em Lisboa, São Sebastião da Pedreira em 7 em Dezembro de 1936 e faleceu a 18 de Janeiro de 1984 foi um poeta e declamador português
Balada para uma velhinha

Uma pessoa nunca é velha mesmo mediante a idade que tenha, “velhos são os trapos”. Algumas pessoas a partir dos seus 50/60 anos de idade pela perda de memória, a falta de mobilidade e flexibilidade e o seu desgaste muscular e mental que as torna muitas vezes limitadas na sua vida normal, enquanto outras pessoas com 80/90 anos de idade são ainda muito activas na sua vida pessoal e mesmo na sociedade.
Eu, aos 55 anos, estou a realizar um sonho de voltar a ser estudante e com projectos para o futuro, mesmo quando for velhinho, sentado no sofá ou no banco de jardim como aquela velhinha de rosto sem frescura e de canseiras de rugas onde o tempo não facilitou a sua vida, assim nos fala o texto de José Carlos Ary dos Santos “Balada para uma Velhinha”.
Agora essa velhinha sozinha no banco de jardim, como deve ser triste neste mundo ser velhinha. Essa velhinha podia ser a minha mãe, mas ela não chegou a ser velhinha, faleceu nova.


Pedro Paixão, escritor português, nascido em Campo de Ourique, Lisboa, no dia 7 de Fevereiro de 1956. Doutorado em Filosofia. Foi professor dessa disciplina na Universidade Nova de Lisboa

A minha mãe demente

Um texto do livro de Pedro Paixão, O Mundo é tudo o que Acontece em que fala de uma pessoa como sendo a sua mãe, recordando-a como pessoa inteligente mas que por algum motivo perdeu qualquer coisa de muito importante da sua vida (a memória), esquecendo todo o sentido de vida o que a torna uma pessoa sem rumo e orientação própria talvez alguma doença como por exemplo: o Alzheimer que deixa uma pessoa fisicamente viva mas mentalmente sem vida esquecendo tudo o que a rodeia.

valter hugo mãe é o nome artístico do escritor Valter Hugo Mãe; nasceu em Saurimo, Angola no dia 25 de Setembro de 1971. Além de escritor é editor, artista plástico, cantor e DJ português.

Valter Hugo

Um escritor que fala da morte de uma pessoa, em que o seu cônjuge tem de ir viver para um lar.
Nesses lares da terceira idade, os velhinhos onde lhes é dado apoio moral e carinho também se tornam um encargo financeiro não acessível a muitas bolsas dos familiares e recorre-se a casas mais baratas e ilegais onde os nossos idosos podem viver em más condições higiénicas e não adequadas à sua vida, mesmo chegando ao ponto de serem maltratados até fisicamente.
Quantos deles choram e lembram a falta dos seus familiares, embora tenham os colegas de sala ou quarto para convívio enquanto vão esperando que a morte os separe.
Como deve ser triste ser velhinho! E muitas vezes não puderem ser atendidos os seus pedidos ou desejos
Muitos destes idosos são encaminhados para lares de 3ª idade, Misericórdias ou Instituições que os acolhem ou lhes prestam serviços ao domicílio.
Enquanto outros nada têm e vivem isolados ou abandonados pelos seus familiares que se encontram em países estrangeiros ou mesmo na sua terra natal e ainda não pensaram que um dia ainda podem ser velhinhos e precisam de apoio e carinho.
Nalgumas aldeias ainda é possível e tradicional que os pais andem mensalmente em casa dos filhos porque os filhos são pessoas disponíveis, querem e podem cuidar deles até aos seus últimos dias de vida, enquanto que outros gostariam de o fazer mas não o podem devido à sua vida profissional e não têm tempo para os acarinhar, nem lhes dar apoio.
Uma pessoa idosa muitas vezes é difícil de compreender pela revolta de si própria, ou por falta de noção da vida exterior o que os torna impacientes.
Mas hoje com os apoios do Estado, Misericórdias e Instituições alguns dos nossos idosos estão a ser acompanhados e os seus dias de vida vão-se alongando por mais alguns anos, ou seja, a esperança média de vida está a aumentar.
Para mim foi interessante ler este texto porque me fez pensar e cair na realidade de tudo aquilo que estava a ser dito e pela maneira como o escritor o tinha escrito pela sua ortografia sem utilizar as letras maiúsculas após os parágrafos e os pontos finais.


Gabriel García Márquez nasceu em Aracataca no dia 6 de Março de 1927 é um escritor, jornalista, editor e activista político colombiano.

Aos 90 anos

Eu também gostaria de acordar aos 90 anos não às 5 da manhã, mas às 7 ou 8 sem compromisso de escrever ou assinar crónicas mas com o sentido de estar vivo e lúcido para pensar um pouco naquilo que foi o meu passado.
Quando somos jovens ouvimos os nossos pais desabafarem as suas mágoas e não acreditamos muito nessa realidade.
Depois, com os anos a passarem por nós, vamo-nos identificando com os nossos pais pelas dores corporais, faltas de memória, algumas alterações fora do hábito normal, alguns comportamentos também diferentes daqueles que eram aplicados por nós em décadas anteriores.


José de Sousa Saramago nasceu em Azinhaga no dia 16 de Novembro de 1922 e é um escritor, roteirista, jornalista, dramaturgo e poeta português.

José Saramago


Esta fábula conta-nos a lição de moral dada por uma criança de oito anos ao seu pai em relação ao comportamento que ele estava a ter com o pai pelo feio tratamento que estava a dar ao avô da criança, sendo obrigado a almoçar, jantar e cear sozinho sentado na soleira da porta para não sujar a casa devido à falta de mobilidade e alguma flexibilidade o que fazia com que ele deixasse cair a comida para o chão enquanto tentava levá-la à boca.
A criança ia observando este acontecimento com alguma atenção e um dia, para surpresa de seu pai, viu-o a trabalhar um bocado de madeira pensando que era um brinquedo mas na realidade era uma coisa mais importante.
Após a pergunta feita pelo pai, “o que estás a fazer?” o filho responde “estou a fazer uma tigela para quando o pai for velho e lhe tremerem as mãos e ser obrigado a ir comer para a soleira da porta como fizeram ao avô”.
Após esta explicação dada pela criança o pai viu a verdade e foi pedir desculpa e perdão ao seu pai e a partir daí passou a ajudá-lo a sentar-se na cadeira, por suas próprias mãos lhe levava a comida à boca porque ainda o podia fazer e o seu querido pai já não.
Por isso não desejes para os outros aquilo que não queiras que te aconteça.
Esta fábula faz lembrar outro acontecimento da existência de hábitos aplicados aos velhotes:

Fala a lenda que numa determinada localidade quando se atingia uma idade de velhote os filhos preparava um grande farnel e uma manta; levavam os seus pais para o bosque e lá os abandonavam para serem comidos pelas feras e sobreviverem enquanto a comida durasse. Ao abandoná-los os filhos voltavam para junto da família nessa localidade.
Certo dia, um filho ao ir levar o seu pai para esse destino, quando chegaram e ao fazer as despedidas, o filho foi surpreendido pelo pai ao vê-lo rasgar a manta a meio e dirigir-se ao filho entregando-lhe uma metade dessa manta dizendo-lhe ”guarda-a que é para ti”.
O filho após esta afirmação ficou pensativo.
Depois viu a verdade, pediu desculpa ao seu pai e trouxe-o de volta para a sua localidade de onde tinha partido, e graças a esse exemplo, nunca mais se repetiu essa história.

A Velhice




É um facto que os idosos que hoje em dia moram sozinhos ou se encontram em casa dos filhos passam muitas horas sem companhia, especialmente os que se encontram acamados. Os que ainda se conseguem mexer vão dando os seus pequenos passeios, se prestarmos um pouco de atenção encontramo-los frequentemente a jogar às cartas no parque.

Após ter visto na televisão um documentário sobre o tema da terceira idade, e este me ter despertado alguma curiosidade, porque a minha avó estava a atravessar essa fase, decidi elaborar uma pequena pesquisa, através da qual descobri textos e um fado, que demonstram esta etapa da vida, em diversas vertentes relacionadas mais concretamente com a solidão, a tristeza dos idosos quando são colocados no lar, os primeiros sinais da chamada “velhice” e também as atitudes negativas que os mais jovens têm para com os idosos. Com é o caso da Balada para uma velhinha composta por José Carlos Ary dos Santos, que evidencia um pouco da solidão que os idosos passam. Esta é agravada muitas vezes com a falta de compreensão dos parentes mais próximos que os internam nos lares demasiadas vezes por não terem condições para lhes prestar melhores cuidados é motivo de tristeza para muitos avós.
O texto A minha mãe demente do autor Pedro Paixão, retirado do livro O Mundo é Tudo o que Acontece, refere o início de alguns sintomas que podemos associar à terceira idade; já com o excerto do livro Memórias das Minhas Putas Tristes tive a noção de como nos vamos apercebendo dos sintomas da velhice; o excerto do livro a máquina de fazer espanhóis demonstra um pouco do que sentem os idosos quando são internados no lar para a terceira idade. Com a leitura da fábula de Intermitências da Morte do autor José Saramago apercebi-me que por vezes não temos a melhor atitude para com os nossos avós.
Com a leitura dos textos pude notar que, à medida que a idade vai avançando começam a aparecer os primeiros sinais de demência, o esquecimento do próprio nome e leva muitas vezes o idoso a perder-se, como é demonstrado no texto a minha “mãe demente” de Pedro Paixão.
Esse facto leva muitas vezes os familiares desses doentes a perderem a paciência relegando frequentemente os seus cuidados a enfermeiros ou para lares muitas vezes sem que estes idosos queiram lá ficar. Esta é uma atitude que muitos idosos vêem com revolta. No entanto não é só por doença que muitos idosos são colocados em lares como demonstra o texto de Valter Hugo Mãe no livro A máquina de fazer espanhóis em que após morte da sua mulher, Laura interna o pai no lar para grande tristeza deste.
À medida que a idade vai avançando, os id osos já não conseguem comer sozinhos, porque quando as suas mãos começam a ficar trémulas e ao comer, por exemplo, sujam a toalha, ou deixam cair talheres, na maior parte das vezes os mais novos não têm tanta paciência como deveriam ter. Esse facto é demonstrado na fábula do autor José Saramago em que o avô já nem consegue comer sozinho e o seu filho chega ao ponto de o pôr o comer na soleira da porta para que não suje a mesa, e onde acaba por ser o neto a elaborar uma artimanha para chamar a atenção do seu pai ao demonstrar que será esse mesmo tipo de tratamento que ele no futuro receberá, sendo esse comportamento errado, como o filho do idoso vai acabar por reconhecer.

Todavia quando somos mais novos, e começam a aparecer os primeiros sintomas, “uma dor nas costas que incomoda a respirar” e os médicos não dão importância dizendo que “é uma dor natural da sua idade”. Em que nos habituamos a acordar em cada dia com uma dor diferente que vai mudando de forma à medida que os anos passam. No fundo são vários os sintomas que à medida que os anos passam se vão impondo, e que por cada ano que passa se acentuam até que por fim deixam de ser capazes de realizar as mais simples tarefas sem ajuda, mesmo a sua alimentação tal como demonstra o livro Memorias das Minhas Putas tristes do autor Marquez, Gabriel Garcia.
Na minha maneira de ver, a terceira idade é uma etapa a que talvez todos nós chegaremos, no entanto muitas vezes os idosos são desrespeitados pelos mais novos que acabam, na maior parte das vezes, por gritar quando estes fazem algo errado, ou simplesmente não conseguem segurar um copo e acabam por entorná-lo porque as suas mãos já não são tão fortes como quando eram jovens. Esquecemos frequentemente o ditado popular “Filho és pai serás, assim como fizeres, acharás”, no entanto quando formos idosos é certo que não queremos ser tratados com a aspereza e indiferença com que tratamos muitas vezes os mais velhos. Se perdêssemos tempo para os ouvir poderíamos aperceber-nos que eles nos podem ensinar sempre coisas úteis.

O meu quarto


O meu quartito, o meu refúgio, com a cama ao pé da janela e cortinados com ursinhos e balões desenhados; a mesa-de-cabeceira com um candeeiro em forma de flor, e ao centro um sofá com peluches; na parede um palhaço de trapos pendurado com cara alegre e cabelos ruivos, onde o roupeiro é ao pé da porta, lembro-me que lá para além da roupa muitas vezes guardava guloseimas como se fossem um tesouro. Naquele quarto onde cresci, onde tantas vezes a minha mãe me contava histórias para adormecer, onde algumas vezes fiquei de castigo quando fazia alguma travessura. Nesse sítio tão especial e privado para mim, onde quando estava triste me escondia do mundo.
Onde costumava brincar com a minha irmã e tantas vezes fiz os meus trabalhos de casa, local que muitas memórias minhas guarda, onde sempre me senti protegida, esse local que presenciou os meus momentos tristes e felizes, que tantas memorias me traz. O meu esconderijo, local onde muitas vezes descanso, protegida do mundo.



Será este o meu quarto?

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A Terceira Idade



A Velhice

Não consigo imaginar-me sendo uma velhinha com 80 anos, porque significava que teria que fazer o dobro da minha idade e ainda falta muitos anos para decorrer esse caminho tão grande. Devido também à sociedade em que estamos inseridos com muito stress, e diversos factores no nosso quotidiano que cada vez mais tiram a qualidade de vida a muitas pessoas cada vez mais cedo.
Eu sei que não deveria ter uma atitude negativa sobre a minha longevidade, porque sou uma pessoa católica e penso que a chegada da nossa hora da morte está nas mãos de Deus.
Sinto-me muito sensibilizada com o que tem acontecido à minha geração em relação ao aparecimento constante da doença do cancro, que tem aparecido a muitas pessoas com diversas idades e a partir dos quarenta anos. Também este factor faz-nos pensar que ninguém está livre desta situação, em qualquer idade e que seria hipócrita e devido ao aparecimento de certas doenças próprias da velhice que ia chegar aos oitenta e tal anos.
Outro factor que me preocupa muito na minha actual idade e que leva a ter este lado oposto de vir a ser velhinha e como iria ser, tem a ver com o constante cansaço de cada vez mais trabalho e poucos colegas de trabalho. Com isto estou a referir-me no meu desgaste físico e mental a curto prazo.
Estes textos sobre a velhice que eu escolhi são, para mim, muito interessantes porque é com grande admiração e respeito que gosto de apreciar, e conviver com pessoas da terceira idade. São pessoas muito encantadoras a contarem mais ou menos o passado da vida delas, e terem uma certa qualidade de vida e alguma autonomia.
Neste texto d´ A Balada para uma velhinha, acompanhada de uma música de Martinho d’ Assunção cantada em fado é comentada a grande admiração e valorização da existência de uma velhinha. Encontrando-se esta velhinha sozinha, e sentada à sombrinha num banco de jardim com um rosto com algum ar de frescura. Sendo um pouco triste vê-la metida na solidão vista por alguém, que vai idealizando o seu passado e as dificuldades ultrapassadas na sua vida de pobreza. Apesar de ela estar a passar a fase da velhice, que se torna por um lado num grande desgaste físico e mental de tantos anos de rigidez nos ossos e na alma, é valorizada por alguém que relembra a sua mãe que já morreu.
No texto A minha mãe demente, é abordada a situação entre a relação existente entre filho e mãe no passado e no presente. Em que o filho assiste aos vários problemas de saúde mental da mãe relacionados com o avançar da velhice. Retrata a história de um filho e a relação existente com a mãe, e que relembra a inteligência dela, e o apoio que lhe dera no passado, nos ensinamentos de mãe para filho, e que presentemente o seu filho estava um Homem, a mãe estava envelhecida e com a memória muito esquecida. Os seus gestos e os actos praticados por ela ao ensinar matemática. E este agora era um assunto pertencente ao passado por oposição à memória muito esquecida que muito afecta as pessoas que caminham para a velhice.
Para este filho, tornam-se dias difíceis ao ver a sua mãe durante a noite a andar pela casa, sem razão de ser e desorientada sem saber qual a tarefa que ficou por fazer. E ele nota que “ desconhece “ a mãe que ainda existe no presente e a que teve no passado.
Também ele pensou por instantes na piedade que sentia e sofria com todas estas situações e atitudes da mãe.
Tudo isto contribuía e tinha para o seu filho um significado de uma enorme saudade dos tempos passados, e na aceitação de como a vida na velhice de sua mãe estava a decorrer mal. Este filho deparava-se com a desorganização mental de sua mãe, devido à sua doença que o fazia pensar e reflectir sobre a existência na relação impiedosa, e o que seria melhor, se a vida ou na morte.
No texto a máquina de fazer espanhóis foi despejado, num lar, um velhote e levado pela sua filha que se chamava Elisa, que o instalou para ali morar. E tudo isto porque lhe tinha falecido a sua mulher, Laura, com quem o seu pai teria vivido durante algum tempo e teria sido também a sua companhia diária.
Este velhote sentia-se inconformado com todas as situações existentes no lar na ocupação dos quartos devido ainda a ser uma pessoa lúcida e ainda andar pelos seus próprios meios. Ele teria pensado que no seu quarto virado para um jardim que apesar das grades na janela, poderia sentir-se melhor ao apreciar as crianças a brincarem e as pessoas a circularem por lá. Apesar deste velhote não se sentir conformado, ao olhar para os sacos da sua roupa, que era naquele lar que iria viver presentemente. Mas a ele despertou-lhe a atenção lá existir outros velhotes com pior situação que a dele em serem pessoas já acamadas e que tinham as janelas viradas para o cemitério.


Entretanto a sua filha despediu-se do seu pai com um beijo na sua face, após ele já ficar mentalizado de ali ficar a morar por ter pendurado alguma roupa no armário do seu novo quarto do lar, com muita tristeza.
Ao vê-la ir-se embora para ir ter com o marido e os seus netos sentiu-se um velhote abandonado e com vontade de sentir ódio pela atitude da sua filha. Mas este velhote não consegue sentir esse sentimento, que pensou por momentos, pelo amor que sente pela sua filha e família.
Ele tenta ambientar-se com as paredes brancas do lar, apesar de ver que a sua família vi-as fora dali com paredes de muitas cores. Isto tinha um grande significado para este velhote que a vida da sua filha era muito alegre e cheia de felicidade com a restante família.
No texto que é comentado, No dia dos meus noventa anos, este velhote levanta-se às cinco da manhã como habitualmente à sexta-feira, para escrever mais uma das suas crónicas publicadas aos domingos em El Diário de La Paz. Ele começa por falar que ainda ele era muito pequeno, e tinha apanhado piolhos que apareciam na almofada e voavam pela sua cabeça.
E para ele ir à escola teve que rapar o cabelo pois só tinha sabão para lavar a cabeça que não matava os piolhos.
Este velhote sentia que a crónica que estava a escrever sobre os seus noventa anos deveria ser expressada como forma de glória por ter alcançado aquela idade e viver a velhice.
Ele, aos seus quarenta e dois anos, começou a notar certas dores nas costas e, ao ir ao médico, e notou que ele não deu grande importância à sua situação. Apesar de ele ter achado que era já da velhice, o seu médico sorriu-lhe com um ar de que ele apenas estava a proceder como um filósofo por ter pensado e dito aqueles que sintomas já eram do começo da “velhice”. E o seu médico expressou-se bem por saber muito bem que aquela dor era natural naquela idade ainda tenra. A velhice ainda vinha longe, e a prova disso foi quando este velhote passados mais alguns anos começou a ver mal.
E na quinta década é que este escritor já velhote começou a ter as primeiras falhas de memória ao procurar os óculos por toda a parte da casa. E depois esta situação começou a repetir-se noutras circunstâncias no dia a dia, da vida da sua velhice de reconhecer os nomes das pessoas e não saber distinguir dos rostos das fotografias.
Sendo assim ele lamenta esta grande falta de memória que lhe tinha trazido estes dissabores apesar de ter que sentir uma glória em ter alcançado noventa anos que tem a noção de ter bastante idade da sua existência da vida.
O texto da fábula tradicional dá uma lição de moral em relação a aprender a lidar com os velhotes dada por uma criança de oito anos, que tem um bom coração. Por mais idade que as pessoas tenham, há sempre muito a aprender. Era uma vez uma família, um pai, uma mãe, um avô que era o pai do pai e o filho de oito anos. O seu avô já tinha muita idade e tremia muito das mãos, e o seu filho e a nora começaram a ficar aborrecidos com a maneira de o idoso comer, tremia por todo o lado, as suas mãos velhinhas já não conseguiam segurar os talheres e levar a comida à boca, por essa razão entornava tudo no chão e sujava as toalhas todas, o que causava ainda mais aborrecimento ao seu filho e nora.
O filho, irritado, arranjou uma tigela de madeira e bruscamente disse ao pobre pai que a partir deste momento ia começar a comer sentado na soleira da porta da rua porque era mais fácil de limpar.
O netinho com o coração repleto de amor e carinho pelo avô, e vendo estas injustiças praticadas frente aos seus olhos, começou a talhar com um canivete uma tigela em madeira. O pai perguntou-lhe o que ele estava a fazer, quando de repente o filho sem tirar os olhos do que estava a fazer respondeu ao seu pai, «estou a fazer uma tigela de madeira para quando fores velhinho, para quando não conseguires levar a colher à boca e entornares tudo no chão.»
O pai ouvindo uma resposta destas e sensibilizado com a reacção do filho e também, com o exemplo que estava a dar ao seu próprio filho mudou de imediato de atitude para com o seu pai, dando-lhe de comer todos os dias.
As pessoas gostam de um toque humano, segurar na mão, receber um abraço afectuoso, ou simplesmente um toque amigável nas costas. Principalmente um idoso que precisa tanto de carinho e amor ao ver-se envelhecido por dentro e pelo seu aspecto exterior. Ele sentia-se pelos maus modos de ser tratado pelo seu filho, que o ignorava e desprezava.
O fluxo da vida torna-se suave e constante, rico em alegria, amor e entusiasmo, quando nos permitimos sentir bem pelo que desejamos no nosso interior, e pelas pessoas com quem convivemos. Qualquer desejo que um velhote queira realizar com a nossa ajuda deveríamos colaborar com ele para o fazer feliz com a vida. O que acontece, na maioria das vezes, é que deixamos de imediato, entrar as frases de travão ao nosso desejo e assim deixamos de fazer um gesto ou palavras de ternura e carinho para com o outro, mas todos nós temos estes momentos infelizes. É próprio do ser humano que falta muito para chegar à perfeição. Retomar o fluxo de harmonia pode muitas vezes não ser fácil, mas podemos tornar esse processo cada vez mais simples.
Neste caso foi preciso o filho com duas palavras ditas ao seu pai, para lhe chegar ao coração e de facto fazer ver ao seu pai que estava a ter um comportamento incorrecto. O amor que sentimos por nós mesmos, assim como a auto-imagem de merecimento e valor, têm que ser restaurados e elevados ao máximo.
É um direito de todos os seres humanos viver em estado de Excelência e Bem-estar porque um dia também vamos ser velhos. Por essa razão devemo-nos lembrar que quando vemos um idoso é a nossa imagem futura, e devemos auxiliá-lo em tarefas que necessite ou nos possa pedir ajuda para as concretizar. E pensarmos que um dia vai-nos chegar a velhice e deveremos tratá-los como gostaríamos que nos tratassem quando chegarmos a essa idade.
Com este trabalho realizado, concluí que é fundamental aprendermos a lidar com as pessoas da terceira idade porque são pessoas com muita experiência de vida, e merecem todo o nosso amor, carinho, ternura e consideração pelos seus gestos limitados que a velhice lhes proporciona ao longo da vida.
Apenas faz-me bastante confusão e refilo com os jovens que gozam com os velhotes e fazem troça deles.
E por tudo isto costumo dizer-lhes que um dia vão ser velhos e que não vão gostar nada de serem gozados e chamados de velhos.


EFA- A1 Heloisa Silva